

aparentemente alheia deslizo por ruas estreitas
e do nada sai o teu nome numa brisa fria e lacinante desenhando um esboço de saudade
pareceu-me ver-te naquela esquina translúcido
não sei porque me olhaste com esses olhos nem sei da razão desse brilho que teima em cegar-me
não sei porque me encontro a calcorrear estas sombras já gastas nem sei porque teimas nesse
tantas vezes re tomado
re volvido
re sentido
e tão derradeiro
e do nada sai o teu nome numa brisa fria e lacinante desenhando um esboço de saudade
pareceu-me ver-te naquela esquina translúcido
não sei porque me olhaste com esses olhos nem sei da razão desse brilho que teima em cegar-me
não sei porque me encontro a calcorrear estas sombras já gastas nem sei porque teimas nesse
tantas vezes re tomado
re volvido
re sentido
e tão derradeiro
amor
(este estigma de um desejo sem fim)
aparentemente alheia deslizo por ruas estreitas
(este estigma de um desejo sem fim)
aparentemente alheia deslizo por ruas estreitas
XannaX
Fotografia: Man Ray
5 comentários:
Continuas a escrever de uma forma magnífica.
Mesmo deslizando... ou por entre buracos agrafados de balas...
Bom fim-de-semana.
Beijos.
Querida amiga, passa-se alguma coisa contigo?
Espero que pelo menos seja boa...
Beijinhos
26.Maio.2007
encontro-me neste meio lugar
entre o dito e o desdito
entre o rascunho e o escrito
...
entre o amor e o desamor
beijo grande meu amigo
Estás agora no meu blogue..
Espero que não te aqueças tanto que até te queimes...
Bom fim-de-semana.
Beijinhos.
;-)
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